O mercado de música brasileira ganhou em janeiro de 2024 sua primeira feira de negócios exclusiva, a “mais +55”. O evento, realizado no Rio de Janeiro, reuniu os principais players da indústria, e a Som Livre foi uma das parceiras centrais da primeira edição.
A gravadora montou um estúdio de captação de áudio e vídeo no local, transformando seu espaço em um hub de criação e networking. O objetivo foi se conectar com novos artistas, produtores e, principalmente, com marcas e agências de publicidade presentes.
Além do estúdio, executivos da Som Livre participaram de painéis e workshops, discutindo os rumos do music business no país, o licenciamento de músicas (sync) para campanhas e as novas formas de “brand experience” envolvendo artistas.
A “mais +55” nasceu com a proposta de ser o principal ponto de encontro B2B (business-to-business) da música nacional, e a presença forte da Som Livre validou a importância do evento para o ecossistema.
Onde a música conecta:
Música como Negócio (B2B): Este evento é a definição de “música conecta”. A música não foi a atração final (o show), mas sim o produto central de negócios, conectando artistas, gravadoras, editoras e marcas.
Gravadora como “Ponte” (Sync): A Som Livre usou a feira para se posicionar como a “ponte” entre seus artistas e o mercado publicitário. A música (o catálogo da gravadora) foi apresentada como uma solução criativa para as marcas.
Networking e Ecossistema: A feira usou a música como o “idioma” comum para reunir todo o ecossistema (empresários, produtores, marcas) em um só lugar, fomentando parcerias e fortalecendo a indústria.
Plataforma de Descoberta (Estúdio): O estúdio da Som Livre no evento funcionou como uma plataforma de descoberta, usando a “ferramenta” musical (a gravação) para encontrar e se conectar com novos talentos.
Foto: Divulgação / mais +55 / Som Livre