O som como ativo intangível no valuation de marca
Alcançar a marca de cem artigos escritos sobre este mercado faz com que eu reflita sobre o peso daquilo que construímos até aqui. Durante muito tempo o setor de eventos encarou a sonoplastia apenas como um item na folha de despesas. Mas a grande virada de chave que os líderes visionários já compreenderam é que a experiência sonora deixou de ser um custo para se tornar um ativo de altíssimo valor. Quando os investidores avaliam o valuation de uma marca moderna eles não olham apenas para o seu patrimônio físico ou para o seu faturamento. Eles analisam a força da sua comunidade e a profundidade da conexão emocional que a empresa estabelece com o seu público.
O som tem a capacidade única de materializar essa conexão invisível de forma imediata.
Quando um CEO sobe ao palco para anunciar uma fusão milionária a direção musical que acompanha os seus passos não está lá apenas para enfeitar o momento. Ela atua para injetar confiança e credibilidade na mente de quem assiste àquela cena. O trabalho de um sonoplasta experiente garante que a escolha da frequência correta transmita estabilidade ou inovação no exato segundo em que o executivo pega o microfone. É a tradução do manifesto da empresa em formato de áudio. Isso tem um preço incalculável na percepção de valor a longo prazo e blinda a imagem da liderança.
✨ Insight de Ouro: O valor de uma marca não reside apenas naquilo que ela vende mas na forma como ela faz as pessoas sentirem. A sonoplastia converte o discurso corporativo em memória afetiva e a memória afetiva é o ativo mais seguro contra qualquer crise.
As marcas que investem numa direção musical própria ganham destaque num mar de ruído genérico e criam uma assinatura autêntica. Ao colocar a gestão dessa energia nas mãos de um DJ corporativo que entende profundamente o negócio a empresa protege a sua reputação e garante que cada convenção seja um depósito direto na conta do seu prestígio. O som passa a ser uma propriedade intelectual invisível e extremamente lucrativa.
E a sua empresa já contabiliza a identidade sonora como um ativo valioso ou ainda trata a música apenas como um detalhe de bastidor?
Que a música nos conecte sempre!
Abraço, Myrrha