Diferença entre DJ de clubs e o DJ corporativo

Uma análise sobre a importância do formato open format no mercado de eventos de marca e o risco de contratar especialistas de nicho para ambientes corporativos.

Por que o seu evento precisa de um DJ corporativo e não de um especialista de clubs?

É muito comum as empresas buscarem o DJ de clubs do momento para tocar em suas convenções ou festas de encerramento. O problema é que o residente de um club costuma ser um especialista em um único nicho ou gênero musical. No ambiente de marca, a realidade é outra: o que manda é o Open Format. Um DJ corporativo precisa ter a habilidade de transitar por diversos estilos em um único evento, sempre respeitando a identidade da marca e o timing de cada momento.

A versatilidade como estratégia de negócio Diferente do club, onde o público vai para ouvir um som específico, o evento corporativo reúne pessoas de diferentes idades, perfis e gostos. É aqui que o DJ corporativo open format brilha. Ele não está ali para impor o seu gosto pessoal, mas para ler a pista em tempo real e entregar exatamente o que o clima do evento pede, seja um jazz sofisticado no coquetel ou um set de clássicos do rock e eletrônico no auge da festa.

Essa maleabilidade musical é o que garante que nenhum convidado se sinta excluído. Enquanto o DJ de nicho pode deixar a pista esvaziar por não querer sair da sua zona de conforto, o profissional open format utiliza sua vasta cultura musical para manter a energia lá no alto, adaptando o repertório sem perder a sofisticação que o ambiente corporativo exige.

Insight de Ouro: Ser um DJ open format no mercado corporativo não é apenas tocar várias músicas aleatórias, mas saber construir uma jornada sonora que faça sentido para a marca e para todos os presentes.

O domínio do protocolo e da técnica Além da variedade musical, existe a questão do protocolo. O DJ corporativo entende de sonoplastia de palco, gatilhos para premiações e a importância de manter o volume sob controle durante o networking. O DJ de clubs, acostumado com a pressão sonora constante da noite, muitas vezes falha em entender essas nuances estratégicas que são vitais para o sucesso de uma ativação de marca.

E você, no seu próximo evento, vai escolher um especialista de nicho ou um profissional open format que entende a linguagem multicultural do seu público?

Que a música nos conecte sempre!

Abraço, Myrrha

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Myrrha

Luiz Myrrha é CEO da DJ HIT, Publisher e Diretor Musical. Formado em marketing, atua como DJ e especialista em experiências sonoras para eventos corporativos, conectando marcas às tendências do mercado musical.

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