A arte de ver a música: o magnetismo dos toca-discos na performance corporativa
Em um mundo cada vez mais dominado por telas e automações, o público participante de um evento corporativo busca por algo que seja, acima de tudo, autêntico. Existe uma diferença abissal entre observar um profissional que opera apenas um computador e um DJ que domina a técnica clássica dos toca-discos. Quando as picapes entram em cena, a música deixa de ser apenas uma frequência sonora e passa a ser uma performance visual. Ver o braço da vitrola descendo sobre o disco ou o movimento preciso das mãos em um ajuste de batida cria um magnetismo que prende a atenção da plateia de forma única.