O mercado corporativo é um gigante que só abre as portas para quem tem história
Existe uma ilusão de que o mercado de eventos corporativos é um oceano aberto onde qualquer profissional com um par de fones de ouvido pode navegar. A realidade, porém, é bem diferente. Este é um mercado imenso em oportunidades, mas extremamente restrito quando falamos de quem realmente detende a confiança das grandes agências e marcas globais. É um círculo pequeno, onde a reputação é a única moeda de troca que não sofre desvalorização. Com mais de 25 anos de estrada, eu percebo que o que sustenta um profissional por décadas não é apenas a técnica, mas o legado de entregas impecáveis e a segurança que ele transmite para quem está no comando da produção.
Muitas vezes, agências e contratantes caem na armadilha de focar exclusivamente no preço do cachê. É aqui que mora a polêmica: profissionais que entram em um jogo de poder pelo menor valor, apenas para “ganhar” a vaga. O problema é que, no live marketing, o barato costuma custar uma fortuna em termos de estresse e falhas de execução. Já vi inúmeros casos onde a escolha pelo orçamento mais baixo resultou em uma sonoplastia sem timing, uma plenária fria ou uma festa que não conseguiu integrar as equipes. O mercado corporativo não perdoa o amadorismo; ele exige um histórico de quem já viveu todas as crises possíveis e sabe exatamente como se portar em uma House Mix sob pressão.
A diferença entre se vender e construir um legado.
Quem foca apenas no jogo imediato de preços acaba saindo de cena rápido. Ser um DJ focado exclusivamente no mercado corporativo exige uma renúncia e um foco que poucos possuem. É entender que a nossa arte está a serviço de uma estratégia de marca. Quando a DJ HIT Records produz uma trilha oficial ou quando eu assumo a sonoplastia de uma premiação, o que o cliente está comprando não são horas de música, mas décadas de experiência acumulada. Essa bagagem me permite conhecer melhor o público participante e ter a liberdade de mudar tudo se for preciso durante o evento, garantindo que a temática musical seja respeitada com o rigor que o cliente exige.
O peso da reputação na hora da contratação.
Ao contratar um profissional de som, a agência precisa olhar para o currículo com a mesma lupa que olha para o projeto de cenografia. São poucos os que possuem uma história real de décadas dedicadas a este nicho. Ter um histórico limpo e um legado de parcerias duradouras é o que garante que, mesmo diante de imprevistos técnicos ou House Mixes apertadas, o resultado final será de excelência. O profissional que se valoriza não entra em leilões de cachê, pois ele sabe que a sua entrega protege o investimento de milhões que a marca fez naquele encontro.
✨ Insight de Ouro: No mercado corporativo, o cachê paga as horas de trabalho, mas a confiança paga as décadas de experiência. Contratar por preço é uma aposta; contratar por reputação é um investimento no sucesso do evento.
Foco no que realmente importa: a entrega.
Manter a relevância por mais de 25 anos exige uma atualização constante, unindo a tradição dos toca-discos à tecnologia de ponta, como os conversores AD/DA e mixers personalizados que utilizo. Essa busca pela perfeição sonora é o que mantém o legado vivo. No final das contas, o mercado seleciona naturalmente quem tem consistência. Agências que buscam resultados excepcionais sabem que ter um especialista que domina a sonoplastia técnica e a energia da pista é a garantia de um evento sem falhas.
E você, na hora de contratar o coração sonoro do seu evento, está buscando o menor orçamento ou a maior segurança para a sua reputação?
Que a música nos conecte sempre!
Abraço, Myrrha