A sonoplastia como motor de engajamento em feiras e plenárias
Existe uma diferença fundamental entre colocar uma playlist para tocar em uma loja e realizar a sonoplastia de um grande evento corporativo. No dia a dia de um Ponto de Venda (PDV), o som ambiente cumpre o seu papel através de uma curadoria de playlist que define o estilo da marca e o ritmo do consumo. Porém, quando entramos no território das feiras de negócios, convenções e plenárias, o cenário muda completamente. Nesses ambientes, o som precisa ser vivo, responsivo e estratégico. É aqui que o DJ Corporativo assume o seu papel de sonoplasta, usando o áudio como uma ferramenta ativa para facilitar o networking e o engajamento.
Em uma feira de negócios, o estande é um palco de interações constantes. Muitas vezes, as marcas promovem ações de gamificação ou atividades específicas para atrair e reter o público. É nesse momento que a sonoplastia entra em jogo. O profissional precisa pontuar cada conquista do convidado, criar clima de suspense em sorteios ou gerar picos de energia quando uma demonstração de produto começa. Esse dinamismo é impossível de ser alcançado com uma playlist estática. O som precisa reagir ao que acontece no estande, transformando o networking em uma experiência vibrante e memorável.
O som ambiente versus a sonoplastia em plenárias.
Nas plenárias de convenção, a dinâmica é ainda mais refinada. Nos momentos de transição para o networking ou nos intervalos entre palestras, o sonoplasta não apenas solta uma música; ele faz a gestão da atmosfera. Se o objetivo é que os participantes troquem ideias sobre o conteúdo que acabaram de ouvir, a música deve ter uma frequência que estimule o diálogo sem competir com as vozes. Diferente do PDV, onde o som é constante, na plenária o som é cirúrgico. Ele serve para sinalizar o início e o fim das interações, conduzindo o público através do cronograma de forma orgânica.
A bagagem profissional para ler o ambiente.
Uma das maiores vantagens de contratar um profissional que domina tanto a função de DJ quanto a de sonoplasta é a fluidez entre os momentos do evento. Eu vivo isso com frequência: estou na plenária fazendo a sonoplastia técnica de um discurso e, logo na sequência, preciso assumir o controle do som ambiente para um coquetel de networking no foyer. Ter essa experiência permite que eu conheça o público participante desde o primeiro minuto. Essa bagagem me permite ajustar o estilo musical e a intensidade do som com muito mais precisão, pois eu já “li” a energia daquelas pessoas durante toda a manhã de trabalho.
✨ Insight de Ouro: No PDV, a playlist é a voz da marca; na feira ou na plenária, a sonoplastia é o aperto de mão da marca. Ela é a ação técnica que valida a interação e transforma o networking em algo emocionante.
Essa integração de funções é o que realmente garante que a temática musical do evento seja mantida com rigor. Quando o mesmo profissional cuida dos gatilhos sonoros da plenária e da trilha do coquetel, a marca ganha em coesão e autoridade. O público sente que existe um fio condutor sonoro, e isso gera uma sensação de profissionalismo e cuidado com a experiência do convidado que é imbatível.
E você, no seu próximo grande evento, vai se limitar a uma playlist de fundo ou vai investir em uma sonoplastia que realmente faça o seu networking acontecer?
Que a música nos conecte sempre!
Abraço, Myrrha