Sua recepção está dando as boas-vindas ou apenas preenchendo o silêncio?
Sabe aquele som instrumental genérico, sem personalidade e que parece ter sido tirado de uma biblioteca gratuita de dez anos atrás? É o famoso som de elevador. Muitas empresas investem milhões em arquitetura, mobiliário de design e treinamentos de atendimento, mas deixam a sonoridade da recepção no modo automático. O problema é que o som é o primeiro elemento que “abraça” o cliente quando ele entra no seu espaço. Se a música é preguiçosa, a mensagem que você passa é que a sua marca também é.
A música como cartão de visitas.
O papel de um DJ Corporativo na curadoria de uma recepção, ou mesmo de um credenciamento de evento, é criar um ambiente que reflita a energia do negócio. Não se trata de fazer barulho, mas de escolher timbres e ritmos que comuniquem modernidade e acolhimento. Uma trilha de nu-jazz, um lo-fi bem produzido ou até versões instrumentais de clássicos contemporâneos mudam completamente o humor de quem espera. Você transforma o tédio da espera em um momento de imersão na cultura da empresa.
Conforto acústico e autoridade.
Quando o som é pensado estrategicamente, ele ajuda a mascarar ruídos externos e garante a privacidade das conversas, mas sem ser invasivo. É o que chamamos de conforto acústico. Uma recepção com uma trilha inteligente mostra que a empresa cuida de cada detalhe da jornada do cliente. É autoridade transmitida através dos ouvidos, sem precisar dizer uma única palavra.
✨ Insight de Ouro: O som de elevador comunica que a sua marca é comum. Uma curadoria profissional comunica que a sua empresa é extraordinária.
O fim do tédio auditivo.
Em 2026, com tanto acesso a conteúdos de alta qualidade, o público ficou mais exigente. Ninguém mais aceita ser ignorado sonoramente. Investir em uma sonoridade proprietária para a sua recepção é o caminho mais curto para mostrar que você respeita o tempo e a sensibilidade do seu visitante.
E você, o que o seu cliente ouve quando entra na sua empresa? Boas-vindas reais ou apenas um barulho para preencher o vazio?
Que a música nos conecte sempre!
Abraço, Myrrha